Árvores Nativas de Curitiba


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Mudas de árvores nativas no padrão exigido pela prefeitura municipal de Curitiba e de toda a região metropolitana, para pagamento de multas, doações, reflorestamento, recuperação de mata ciliar e áreas degradadas, arborização de ruas, praças e jardins.



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Espécies

Conheça as espécies











 Liquidâmbar

Árvore de grande porte e folhagem decídua, com folhas que mudam de cor no outono, passando por tons de vermelho, laranja, roxo e amarelo, proporcionando um espetáculo visual único. É amplamente utilizada como árvore ornamental em paisagismo urbano e residencial. Suas raízes são moderadamente profundas e, geralmente, não causam danos às calçadas quando a árvore é plantada com o espaçamento adequado. A casca é acinzentada e rugosa. A árvore também produz frutos esféricos e espinhosos, que ficam pendurados nos galhos durante o inverno. É tolerante a solos variados, inclusive os mais argilosos, desde que tenham boa drenagem.



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Palmeira Jerivá

A Palmeira Jerivá é uma das espécies mais emblemáticas da Mata Atlântica, conhecida por sua beleza e utilidade ecológica. Possui um tronco solitário, reto e cinzento, que pode atingir até 30 metros de altura. Suas folhas são longas, arqueadas e pinadas, conferindo um aspecto elegante à planta. As flores, de coloração amarelo-creme, surgem em grandes cachos, seguidas por frutos esféricos alaranjados que atraem diversas espécies de fauna, especialmente aves e pequenos mamíferos. A Jerivá é altamente valorizada na recuperação de áreas degradadas, sendo uma espécie de rápido crescimento e fácil adaptação a diferentes condições de solo e clima. Além disso, sua presença contribui para a reconstituição da biodiversidade local, fornecendo alimento e abrigo para a fauna.



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Fruta do Sábia

A árvore Fruto do Sabiá é uma espécie nativa amplamente encontrada em áreas de Mata Atlântica e matas ciliares. É uma árvore de pequeno a médio porte, com copa densa e arredondada. Suas folhas são simples e alternadas, e suas flores pequenas, de coloração branca, aparecem em grande quantidade durante o período de floração, atraindo polinizadores como abelhas. O nome popular, “Fruto do Sabiá”, faz referência aos seus frutos pequenos e suculentos, que são apreciados por diversas aves, especialmente o sabiá. A árvore desempenha um papel importante na recuperação de áreas degradadas e na manutenção da biodiversidade, pois seus frutos ajudam na dispersão de sementes, promovendo o reflorestamento natural. Além disso, é uma espécie que se adapta bem a diferentes tipos de solo e condições climáticas, sendo uma excelente opção para projetos de reflorestamento e jardinagem ecológica.



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Baga de Macaco

A Baga de Macaco é uma árvore nativa encontrada em florestas tropicais do Brasil, especialmente na região do Paraná. Ela pode atingir até 20 metros de altura e possui um tronco ereto com casca cinzenta e fissurada. Suas folhas são simples, alternadas e de coloração verde-escura. A floração ocorre no final da primavera, com pequenas flores brancas que atraem uma diversidade de polinizadores. Os frutos, conhecidos como “baga de macaco”, são arredondados e possuem uma polpa doce, amarelada e comestível, sendo uma importante fonte de alimento para a fauna local, especialmente macacos e aves. A árvore desempenha um papel fundamental na recuperação de áreas degradadas e na manutenção da biodiversidade, pois seus frutos são amplamente dispersos por animais, promovendo a regeneração natural das florestas. É uma espécie de crescimento moderado, mas altamente resistente, o que a torna ideal para projetos de reflorestamento.



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Acássia Mimosa

A Acácia Mimosa Podalyriifolia é uma árvore pequena a média, conhecida por sua folhagem prateada e flores amarelas que iluminam o ambiente durante os meses mais frios do ano. Originária da Austrália, esta acácia tem se adaptado bem a climas subtropicais e é bastante utilizada em paisagismo e recuperação de áreas degradadas no Paraná. A árvore atinge entre 4 e 7 metros de altura, com um tronco de casca lisa e cinzenta. Suas folhas são alternadas, compostas e possuem uma coloração verde-acinzentada, dando um aspecto prateado à copa. A floração ocorre no final do inverno, com inflorescências densas de pequenas flores amarelas e perfumadas. Além do valor ornamental, a Acácia Mimosa Podalyriifolia é uma espécie pioneira que melhora a qualidade do solo ao fixar nitrogênio, sendo útil em projetos de reflorestamento e recuperação ambiental. É uma árvore de crescimento rápido, ideal para formar cercas vivas e embelezar jardins.



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Guanandi

Guanandi é uma árvore nativa da Mata Atlântica, amplamente valorizada por sua madeira de alta qualidade e por suas propriedades medicinais. Esta espécie pode atingir entre 20 e 30 metros de altura, com tronco reto e casca acinzentada e lisa. Suas folhas são simples, opostas, coriáceas e de coloração verde-escura. A floração ocorre entre a primavera e o verão, com flores pequenas, de coloração branco-creme, dispostas em inflorescências axilares que atraem uma diversidade de polinizadores. O Guanandi é uma espécie clímax, desempenhando um papel crucial na estabilização de ecossistemas florestais maduros. Sua madeira é densa e resistente, utilizada na construção civil, marcenaria e fabricação de móveis. Além disso, a árvore é conhecida por suas propriedades medicinais, com extratos de suas folhas e casca utilizados no tratamento de diversas enfermidades. É uma espécie de crescimento moderado a lento, mas altamente adaptável a diferentes condições de solo e clima, sendo também uma excelente opção para a recuperação de áreas degradadas e a conservação da biodiversidade.



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Sibipiruna

A Sibipiruna é uma árvore nativa de grande porte, muito apreciada tanto por sua beleza ornamental quanto por sua sombra generosa. Ela pode alcançar até 18 metros de altura, com um tronco ereto e casca acinzentada. Suas folhas são compostas e bipinadas, com uma coloração verde brilhante, formando uma copa ampla e arredondada. A floração ocorre na primavera e no verão, quando a árvore se enche de flores amarelas, pequenas e dispostas em inflorescências alongadas, que atraem uma variedade de polinizadores. Devido à sua capacidade de formar uma copa densa, a Sibipiruna é amplamente utilizada em paisagismo urbano, especialmente em avenidas, parques e praças. Além de sua função ornamental, a Sibipiruna é uma espécie que contribui para a recuperação de áreas degradadas, atuando como espécie pioneira em processos de sucessão ecológica. Sua madeira, de qualidade moderada, é utilizada em construções leves e marcenaria. A Sibipiruna tem um crescimento rápido, adaptando-se bem a diferentes tipos de solo e clima, o que a torna uma excelente escolha para projetos de reflorestamento e arborização urbana.



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Canelinha

A Canela Doce é uma árvore nativa da Mata Atlântica, conhecida por sua fragrância doce e agradável, tanto nas folhas quanto na casca. Esta árvore pode atingir entre 8 e 15 metros de altura, com um tronco reto e casca acinzentada, relativamente lisa. Suas folhas são simples, coriáceas, de cor verde-escura, e liberam um aroma característico quando amassadas. A floração ocorre da primavera ao início do verão, com pequenas flores branco-amareladas, agrupadas em inflorescências terminais ou axilares. As raízes da Canela Doce são moderadamente profundas, o que geralmente minimiza os riscos de danos a calçadas e outras estruturas próximas. Além do valor ornamental e do aroma agradável, a Canela Doce é utilizada em marcenaria, carpintaria, e é conhecida por suas propriedades medicinais, sendo empregada no tratamento de problemas digestivos e respiratórios. Ecologicamente, é uma espécie importante para a manutenção da biodiversidade e é indicada para projetos de recuperação de áreas degradadas.



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Ipê roxo

O Ipê Roxo é uma das árvores mais emblemáticas do Brasil, apreciada por sua floração espetacular e por sua madeira de alta qualidade. Esta árvore pode atingir entre 8 e 20 metros de altura, com tronco reto e casca grossa e fissurada, de coloração marrom-acinzentada. Suas folhas são compostas, digitadas, de coloração verde-escura e se destacam pela sua forma elegante. A floração ocorre do inverno ao início da primavera, quando a árvore se cobre de flores roxas, que criam um contraste marcante com a folhagem. O Ipê Roxo tem raízes profundas, o que reduz o risco de danos a calçadas e estruturas próximas. Além de sua beleza ornamental, a madeira do Ipê Roxo é extremamente densa e resistente, sendo utilizada na construção civil, marcenaria e fabricação de móveis de alta durabilidade. Ecologicamente, é uma espécie importante na recuperação de áreas degradadas, especialmente em solos pobres e compactados. O Ipê Roxo é uma árvore de crescimento moderado, mas altamente adaptável, sendo amplamente utilizada em projetos de arborização urbana e reflorestamento.



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Pau Ferro

O Pau Ferro é uma árvore nativa do Brasil, especialmente da região da Mata Atlântica e do Cerrado, conhecida por sua madeira extremamente densa e resistente, bem como por seu valor ornamental. Atinge entre 10 e 20 metros de altura, com tronco liso, de coloração marrom-acinzentada, que se destaca por apresentar estrias verticais de cores diferentes, variando entre o marrom e o cinza. Suas folhas são compostas e bipinadas, de cor verde escura. A floração ocorre na primavera e no verão, quando a árvore se enche de pequenas flores amarelas, que atraem polinizadores como abelhas. As raízes do Pau Ferro são profundas e não costumam causar danos a calçadas ou estruturas próximas, o que torna essa espécie adequada para plantio em áreas urbanas. Além do uso ornamental, o Pau Ferro é amplamente utilizado na construção civil, marcenaria fina e na fabricação de instrumentos musicais, devido à sua madeira de alta qualidade. Ecologicamente, é uma espécie pioneira, capaz de se estabelecer em solos pobres e contribuir para a recuperação de áreas degradadas. O Pau Ferro tem um crescimento moderado, adaptando-se bem a diferentes condições de solo e clima.



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 Liquidâmbar

Árvore de grande porte e folhagem decídua, com folhas que mudam de cor no outono, passando por tons de vermelho, laranja, roxo e amarelo, proporcionando um espetáculo visual único. É amplamente utilizada como árvore ornamental em paisagismo urbano e residencial. Suas raízes são moderadamente profundas e, geralmente, não causam danos às calçadas quando a árvore é plantada com o espaçamento adequado. A casca é acinzentada e rugosa. A árvore também produz frutos esféricos e espinhosos, que ficam pendurados nos galhos durante o inverno. É tolerante a solos variados, inclusive os mais argilosos, desde que tenham boa drenagem.



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Palmeira Jerivá

A Palmeira Jerivá é uma das espécies mais emblemáticas da Mata Atlântica, conhecida por sua beleza e utilidade ecológica. Possui um tronco solitário, reto e cinzento, que pode atingir até 30 metros de altura. Suas folhas são longas, arqueadas e pinadas, conferindo um aspecto elegante à planta. As flores, de coloração amarelo-creme, surgem em grandes cachos, seguidas por frutos esféricos alaranjados que atraem diversas espécies de fauna, especialmente aves e pequenos mamíferos. A Jerivá é altamente valorizada na recuperação de áreas degradadas, sendo uma espécie de rápido crescimento e fácil adaptação a diferentes condições de solo e clima. Além disso, sua presença contribui para a reconstituição da biodiversidade local, fornecendo alimento e abrigo para a fauna.



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Fruta do Sábia

A árvore Fruto do Sabiá é uma espécie nativa amplamente encontrada em áreas de Mata Atlântica e matas ciliares. É uma árvore de pequeno a médio porte, com copa densa e arredondada. Suas folhas são simples e alternadas, e suas flores pequenas, de coloração branca, aparecem em grande quantidade durante o período de floração, atraindo polinizadores como abelhas. O nome popular, “Fruto do Sabiá”, faz referência aos seus frutos pequenos e suculentos, que são apreciados por diversas aves, especialmente o sabiá. A árvore desempenha um papel importante na recuperação de áreas degradadas e na manutenção da biodiversidade, pois seus frutos ajudam na dispersão de sementes, promovendo o reflorestamento natural. Além disso, é uma espécie que se adapta bem a diferentes tipos de solo e condições climáticas, sendo uma excelente opção para projetos de reflorestamento e jardinagem ecológica.



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Baga de Macaco

A Baga de Macaco é uma árvore nativa encontrada em florestas tropicais do Brasil, especialmente na região do Paraná. Ela pode atingir até 20 metros de altura e possui um tronco ereto com casca cinzenta e fissurada. Suas folhas são simples, alternadas e de coloração verde-escura. A floração ocorre no final da primavera, com pequenas flores brancas que atraem uma diversidade de polinizadores. Os frutos, conhecidos como “baga de macaco”, são arredondados e possuem uma polpa doce, amarelada e comestível, sendo uma importante fonte de alimento para a fauna local, especialmente macacos e aves. A árvore desempenha um papel fundamental na recuperação de áreas degradadas e na manutenção da biodiversidade, pois seus frutos são amplamente dispersos por animais, promovendo a regeneração natural das florestas. É uma espécie de crescimento moderado, mas altamente resistente, o que a torna ideal para projetos de reflorestamento.



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Acássia Mimosa

A Acácia Mimosa Podalyriifolia é uma árvore pequena a média, conhecida por sua folhagem prateada e flores amarelas que iluminam o ambiente durante os meses mais frios do ano. Originária da Austrália, esta acácia tem se adaptado bem a climas subtropicais e é bastante utilizada em paisagismo e recuperação de áreas degradadas no Paraná. A árvore atinge entre 4 e 7 metros de altura, com um tronco de casca lisa e cinzenta. Suas folhas são alternadas, compostas e possuem uma coloração verde-acinzentada, dando um aspecto prateado à copa. A floração ocorre no final do inverno, com inflorescências densas de pequenas flores amarelas e perfumadas. Além do valor ornamental, a Acácia Mimosa Podalyriifolia é uma espécie pioneira que melhora a qualidade do solo ao fixar nitrogênio, sendo útil em projetos de reflorestamento e recuperação ambiental. É uma árvore de crescimento rápido, ideal para formar cercas vivas e embelezar jardins.



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Guanandi

Guanandi é uma árvore nativa da Mata Atlântica, amplamente valorizada por sua madeira de alta qualidade e por suas propriedades medicinais. Esta espécie pode atingir entre 20 e 30 metros de altura, com tronco reto e casca acinzentada e lisa. Suas folhas são simples, opostas, coriáceas e de coloração verde-escura. A floração ocorre entre a primavera e o verão, com flores pequenas, de coloração branco-creme, dispostas em inflorescências axilares que atraem uma diversidade de polinizadores. O Guanandi é uma espécie clímax, desempenhando um papel crucial na estabilização de ecossistemas florestais maduros. Sua madeira é densa e resistente, utilizada na construção civil, marcenaria e fabricação de móveis. Além disso, a árvore é conhecida por suas propriedades medicinais, com extratos de suas folhas e casca utilizados no tratamento de diversas enfermidades. É uma espécie de crescimento moderado a lento, mas altamente adaptável a diferentes condições de solo e clima, sendo também uma excelente opção para a recuperação de áreas degradadas e a conservação da biodiversidade.



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Sibipiruna

A Sibipiruna é uma árvore nativa de grande porte, muito apreciada tanto por sua beleza ornamental quanto por sua sombra generosa. Ela pode alcançar até 18 metros de altura, com um tronco ereto e casca acinzentada. Suas folhas são compostas e bipinadas, com uma coloração verde brilhante, formando uma copa ampla e arredondada. A floração ocorre na primavera e no verão, quando a árvore se enche de flores amarelas, pequenas e dispostas em inflorescências alongadas, que atraem uma variedade de polinizadores. Devido à sua capacidade de formar uma copa densa, a Sibipiruna é amplamente utilizada em paisagismo urbano, especialmente em avenidas, parques e praças. Além de sua função ornamental, a Sibipiruna é uma espécie que contribui para a recuperação de áreas degradadas, atuando como espécie pioneira em processos de sucessão ecológica. Sua madeira, de qualidade moderada, é utilizada em construções leves e marcenaria. A Sibipiruna tem um crescimento rápido, adaptando-se bem a diferentes tipos de solo e clima, o que a torna uma excelente escolha para projetos de reflorestamento e arborização urbana.



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Canelinha

A Canela Doce é uma árvore nativa da Mata Atlântica, conhecida por sua fragrância doce e agradável, tanto nas folhas quanto na casca. Esta árvore pode atingir entre 8 e 15 metros de altura, com um tronco reto e casca acinzentada, relativamente lisa. Suas folhas são simples, coriáceas, de cor verde-escura, e liberam um aroma característico quando amassadas. A floração ocorre da primavera ao início do verão, com pequenas flores branco-amareladas, agrupadas em inflorescências terminais ou axilares. As raízes da Canela Doce são moderadamente profundas, o que geralmente minimiza os riscos de danos a calçadas e outras estruturas próximas. Além do valor ornamental e do aroma agradável, a Canela Doce é utilizada em marcenaria, carpintaria, e é conhecida por suas propriedades medicinais, sendo empregada no tratamento de problemas digestivos e respiratórios. Ecologicamente, é uma espécie importante para a manutenção da biodiversidade e é indicada para projetos de recuperação de áreas degradadas.



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Ipê roxo

O Ipê Roxo é uma das árvores mais emblemáticas do Brasil, apreciada por sua floração espetacular e por sua madeira de alta qualidade. Esta árvore pode atingir entre 8 e 20 metros de altura, com tronco reto e casca grossa e fissurada, de coloração marrom-acinzentada. Suas folhas são compostas, digitadas, de coloração verde-escura e se destacam pela sua forma elegante. A floração ocorre do inverno ao início da primavera, quando a árvore se cobre de flores roxas, que criam um contraste marcante com a folhagem. O Ipê Roxo tem raízes profundas, o que reduz o risco de danos a calçadas e estruturas próximas. Além de sua beleza ornamental, a madeira do Ipê Roxo é extremamente densa e resistente, sendo utilizada na construção civil, marcenaria e fabricação de móveis de alta durabilidade. Ecologicamente, é uma espécie importante na recuperação de áreas degradadas, especialmente em solos pobres e compactados. O Ipê Roxo é uma árvore de crescimento moderado, mas altamente adaptável, sendo amplamente utilizada em projetos de arborização urbana e reflorestamento.



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Pau Ferro

O Pau Ferro é uma árvore nativa do Brasil, especialmente da região da Mata Atlântica e do Cerrado, conhecida por sua madeira extremamente densa e resistente, bem como por seu valor ornamental. Atinge entre 10 e 20 metros de altura, com tronco liso, de coloração marrom-acinzentada, que se destaca por apresentar estrias verticais de cores diferentes, variando entre o marrom e o cinza. Suas folhas são compostas e bipinadas, de cor verde escura. A floração ocorre na primavera e no verão, quando a árvore se enche de pequenas flores amarelas, que atraem polinizadores como abelhas. As raízes do Pau Ferro são profundas e não costumam causar danos a calçadas ou estruturas próximas, o que torna essa espécie adequada para plantio em áreas urbanas. Além do uso ornamental, o Pau Ferro é amplamente utilizado na construção civil, marcenaria fina e na fabricação de instrumentos musicais, devido à sua madeira de alta qualidade. Ecologicamente, é uma espécie pioneira, capaz de se estabelecer em solos pobres e contribuir para a recuperação de áreas degradadas. O Pau Ferro tem um crescimento moderado, adaptando-se bem a diferentes condições de solo e clima.



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Links Utéis

Corte e poda de arvore em Curitiba – https://www.curitiba.pr.gov.br/servicos/licenciamento-ambiental-podarcortar-arvore/577

Documento de mudas aceitas pelo Horto do Barreirinha – baixar arquivo

Telefone Horto Municipal Barreirinha: (41) 3585-3171



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